Os números mostram o tamanho dessa força.
Nas eleições de 2026, 52,84% do eleitorado brasileiro é feminino. São mais de 83 milhões de mulheres aptas a votar.
Ou seja: elas são maioria. E carregam nas mãos uma força capaz de influenciar profundamente os rumos desta eleição.
Mas aqui fica uma reflexão importante: não basta ser mulher.
Representatividade importa, mas trajetória também importa. É preciso conhecer quem está chegando, o que já fez, o que defende, qual é o seu posicionamento e, principalmente, para que pretende usar a caneta do poder.
A partir do dia 16, a campanha eleitoral ganha as ruas. Números, cores, vozes e histórias estarão diante dos eleitores.
E muitas mulheres estarão nessa disputa.
Mulheres experientes. Mulheres que chegam pela primeira vez. Mulheres que construíram trajetórias diferentes e que agora querem transformar essas histórias em representação política.
No Distrito Federal, vamos acompanhar de perto esse movimento.
Tem onda? Tem.
Tem tsunami? Tem.
Mas, acima de tudo, tem mulher ocupando o debate político.
E o nosso papel é olhar além da imagem, além da cor e além do discurso.
Quem são essas mulheres?
De onde elas vêm?
O que já construíram?
E o que pretendem fazer se receberem a confiança do eleitor?
É isso que nós vamos mostrar.
Política de A a Z, com Mulher Capital Brasília.
Porque mulher não precisa ser escolhida simplesmente por ser mulher.
Precisa ser conhecida pela sua trajetória, pelo seu preparo e pelo que representa.
E em 2026, mais do que nunca, vale prestar atenção nelas.




