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Explosão em centro de testes de covid-19 na Holanda teria sido intencional

Um centro de testes da peste chinesa na Holanda foi atingido por uma explosão no início da manhã de hoje (3/3), enquanto a revolta da população em relação às medidas de bloqueio no país aumenta.

Segundo a polícia, a explosão teria sido intencional. Ninguém ficou ferido, mas as janelas foram quebradas e o local foi isolado para investigações de um esquadrão antibomba.

De acordo com as informações do site DW, em janeiro, um centro de testes na comunidade de Urk, que também fica um pouco ao norte de Amsterdã, foi incendiado durante um protesto contra as medidas do vírus chinês.

Esse incêndio marcou o início de várias noites de tumultos por causa de restrições e toque de recolher, em alguns dos protestos mais violentos que o país já viu em décadas.

Na semana passada, um tribunal ordenou que o governo suspendesse imediatamente o toque de recolher em todo o país, determinando que o governo havia usado erroneamente poderes de emergência para colocá-lo em vigor.

Hoje é o primeiro dia após vários meses em que as medidas de bloqueio foram ligeiramente aliviadas, com a reabertura de salões de beleza e lojas do comércio. No entanto, o toque de recolher entre as 21h e 4h30 permanece em vigor.

Ao comentar o assunto durante o Boletim da Manhã, o jornalista e fundador do Terça Livre, Italo Lorenzon, analisou que a Europa está passando por tensões enquanto a população tem acordado para o fato de estar sendo feita de “trouxa”, segundo ele.

“A Holanda e a Europa estão passando por uma série de tensões, porque, olha só que surpresa, a população está começando a perceber que está sendo feita de trouxa. Podemos ver muitas manifestações em Berlim, assim como na Espanha e na Áustria e na Itália — que, no começo da pandemia, por pouco que o vírus chinês não vira vírus italiano, por pouco essa narrativa não emplaca, dizendo que a Itália teria sido o epicentro da epidemia— e mesmo no país já é possível observar reações do comércio, das empresas e das pessoas que não querem ter seus direitos constitucionais e fundamentais tolhidos. Essa tensão está acontecendo mesmo, e eu digo que prefiro tensão do que passividade”.

Fonte: Terça Livre

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