Tem leão, tem onda azul, tem tsunami amarelo. Tem disputa, estratégia, ruas, redes sociais e muito movimento. Mas, acima de tudo, Brasília chega às Eleições 2026 com mulheres buscando ampliar sua presença nos espaços de decisão.
Hoje, o jogo começa oficialmente.
Mais uma vez, o Brasil entra em uma disputa eleitoral que vai definir os rumos do país e do Distrito Federal. E, no fim das contas, o poder mais importante continua nas mãos do cidadão: o voto.
A partir de agora, números, cores, jingles, bandeiras e discursos ganham as ruas. Os candidatos apresentam suas histórias, defendem seus projetos e começam uma corrida pelo voto que só termina nas urnas.
Mas escolher exige mais do que reconhecer um número ou uma cor.
É preciso olhar para trajetória, preparo, propostas, coerência e capacidade de representar a população. Quem é essa pessoa? O que já fez? O que defende? Por que quer ocupar um espaço de poder? E, principalmente: o que pretende fazer com a responsabilidade que receberá do eleitor?
Brasília entra no jogo
E se existe uma eleição que promete movimento, é a do Distrito Federal.
Brasília tem leão.
Tem onda azul.
Tem tsunami amarelo.
Tem candidatos tradicionais, novos nomes, diferentes grupos políticos e estratégias tentando conquistar espaço em uma das disputas mais importantes dos últimos anos.
E tem também mulheres no jogo.
Mulheres que chegam com histórias diferentes. Algumas já passaram pela vida pública. Outras estão construindo agora uma nova trajetória eleitoral. São empresárias, profissionais, gestoras, lideranças comunitárias e representantes de diferentes segmentos que decidiram colocar seus nomes à disposição do eleitor.
Mas aqui fazemos uma distinção importante: não basta ser mulher para receber o voto de uma mulher.
Representatividade também precisa vir acompanhada de trajetória, propósito, propostas e responsabilidade.
Queremos saber quem são essas candidatas, de onde vieram, o que construíram e, principalmente, por que querem chegar ao poder.
Mulher no poder — mas com propósito
As Eleições 2026 serão também uma oportunidade para discutir a participação feminina na política para além dos números.
Queremos mulheres ocupando espaços de decisão.
Mas queremos conhecer essas mulheres.
Queremos ouvir suas histórias, confrontar ideias, conhecer seus projetos e entender quais mudanças pretendem realizar caso recebam a confiança das urnas.
Porque mulher não pede espaço. Ocupa.
E ocupar significa também estar preparada para ser ouvida, questionada e cobrada.
E o Mulher Capital Brasília vai acompanhar tudo
A partir de agora, o Mulher Capital Brasília entra de vez na cobertura das Eleições 2026.
Vamos acompanhar as ruas, os bastidores, as entrevistas, os movimentos políticos, as candidaturas e, especialmente, as mulheres que estão entrando nessa disputa.
Sem esquecer que, acima de qualquer cor, onda, leão ou tsunami, existe algo ainda maior:
o poder de escolha do eleitor.
O jogo começou.
Brasília está em campo.
E nós vamos contar essa história.




