A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi mais bem avaliada pela opinião pública do que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na repercussão do vídeo em que faz críticas ao enteado, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana.
De acordo com o levantamento, 45% dos entrevistados consideram que Michelle acertou ao divulgar o vídeo, enquanto 38% avaliam que ela errou. Outros 17% não souberam ou preferiram não responder.
Em relação ao conteúdo das declarações, 31% dos entrevistados afirmaram acreditar que Michelle apresentou informações verdadeiras sobre Flávio Bolsonaro. Para 27%, as declarações são parcialmente verdadeiras, enquanto 16% as consideram falsas. Outros 26% não souberam opinar.
A pesquisa também aponta que o vídeo publicado por Michelle alcançou maior conhecimento entre os eleitores do que a resposta divulgada pelo senador. Segundo os dados, 49% dos entrevistados disseram conhecer o vídeo da ex-primeira-dama, enquanto 33% afirmaram ter visto o vídeo em que Flávio Bolsonaro apresenta um pedido de desculpas.
Quando questionados sobre com quem tendem a concordar, 42% dos entrevistados demonstraram maior concordância com Michelle Bolsonaro, enquanto 18% disseram concordar mais com Flávio Bolsonaro.
Entre os eleitores que se identificam com a direita, o levantamento indica que 35% avaliam que Michelle acertou ao divulgar o vídeo. Já entre os entrevistados que manifestam apoio ao senador, 20% também afirmaram concordar com a posição da ex-primeira-dama.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, entrevistadas presencialmente entre os dias 10 e 13 de julho de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07181/2026.
Metodologia: Os resultados apresentados refletem as respostas obtidas na amostra pesquisada pela Genial/Quaest, dentro da margem de erro informada pelo instituto. Trata-se de um levantamento de opinião pública e não representa previsão de comportamento futuro da população.




