Foto: Redes Socias
Em meio aos recentes acontecimentos no Distrito Federal, uma mensagem precisa ser reafirmada com clareza: os policiais militares estavam trabalhando. Cumpriam sua missão constitucional de preservar a ordem pública e garantir a segurança da população.
A atuação da Polícia Militar do Distrito Federal ocorreu em um contexto operacional, durante um evento de grande porte, onde decisões técnicas e imediatas são indispensáveis. O que deveria ser analisado sob a ótica da legalidade acabou sendo arrastado para o campo político, gerando interpretações que distorcem a natureza dos fatos.
Diversos deputados distritais manifestaram desconforto e repúdio diante da conduta do deputado Fábio Félix durante a ocorrência, ressaltando que a atividade policial não pode ser constrangida ou interrompida por interferências externas. Parlamentares também rejeitaram tentativas de politização de uma ação estritamente policial.
O posicionamento de deputados da Câmara Legislativa deixou evidente que não há consenso institucional em relação às narrativas que buscam deslegitimar o trabalho da PMDF. Ao contrário, foi reforçado o entendimento de que a autoridade policial, em uma ocorrência, deve ser respeitada.
É essencial lembrar que nenhum agente público, independentemente do mandato que exerça, possui prerrogativa para interferir em procedimentos legais em andamento. A lei não admite hierarquia baseada em cargo eletivo diante de uma ação policial legítima.
A Polícia Militar não atua por conveniência ou motivação política. Atua por dever. Seus profissionais enfrentam riscos reais, especialmente em grandes eventos, onde a preservação da ordem exige preparo, técnica e equilíbrio.
Os homens e mulheres de farda merecem respeito e respaldo. São eles que estão na linha de frente, garantindo que a lei seja cumprida e que a sociedade esteja protegida.
Defender a atuação legítima da Polícia Militar é, acima de tudo, defender o Estado de Direito.




