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 Projeto sugere inclusão da semana de comemoração ao folclore amazonense no Calendário Oficial de eventos do DF

Em busca da valorização, disseminação e reconhecimento da cultura amazonense, o Projeto de Lei (PL) nº 425/2019, sugere a inclusão da semana em comemoração ao folclore no Calendário Oficial de eventos do DF. A proposição, de autoria do deputado Reginaldo Sardinha (Avante) visa destinar a última semana de julho para que os brasilienses celebrem as tradições e manifestações populares constituído por lendas, mitos, provérbios, danças e costumes que são passados de geração em geração.

De acordo com o parlamentar, não podemos esquecer a importância que lendas como a do Boi Bumbá, Curupira, Iara, Saci-Pererê, Ciranda e outras exercem para a cultura no país. “Muitos dos pioneiros de Brasília, responsáveis pela construção da cidade, vieram da região Norte e junto com eles toda a cultura folclórica enraizada. Precisamos exaltar e valorizar essa herança cultural”, defende o autor.

No texto do projeto: “ Não se pode negar a importância que essas lendas e mitos desenvolvidos pelo folclore amazonense têm na educação de jovens e crianças, bem como na inserção das pessoas no âmbito da cultura brasileira”. Além frisar os movimentos que prestam homenagem e usam os mitos como formas de manifestação cultural no Distrito Federal, atraindo milhares de cidadãos para prestigiar a homenagem ao folclore amazonense.

Reconhecimento

Do folclore brasileiro para as telas de cinemas, em junho de 2018 o personagem Saci-Pererê, virou celebridade no cinema britânico. A produtora Hindsight Media, responsável pelo filme O Discurso do Rei, comprou os direitos do filme confeccionado por Nate Atkins, roteirista do filme Donnie Darko que inclui o Saci-Pererê em seu elenco. O ator norte-americano Jack Black quando veio ao Brasil em 2015 também cogitou incluir o Curupira no elenco do filme hollywoodiano “Goosebumps: Monstros e Arrepios”.

Para Sardinha é uma questão de patriotismo. “Muitas vezes consumimos os produtos estrangeiros sem saber que têm resquícios nossos neles. Enquanto os povos de diferentes cantos do mundo estão exaltando e admirando as nossas lendas, mitos e celebrações, nós deixamos passar batido”, completa.

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