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Celina Leão é a nova coordenadora da Secretaria da Mulher

A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados elegeu nesta quinta-feira (15) a deputada Celina Leão (PP-DF) como coordenadora geral pelos próximos dois anos. A deputada Tereza Nelma (PSDB-AL) foi escolhida procuradora da Mulher também pelo próximo biênio.

Foram eleitas como primeira, segunda e terceira coordenadoras adjuntas as deputadas Luisa Canziani (PTB-PR), Professora Rosa Neide (PT-MT) e Professora Marcivania (PCdoB-AP).

E as procuradoras adjuntas serão Maria Rosas (Republicanos-SP), Lídice da Mata (PSB-BA) e Leandre (PV-PR).

A bancada feminina é composta por 77 deputadas eleitas em 2018 por diversos partidos.

A nova coordenadora, deputada Celina Leão, ressaltou que a bancada  é suprapartidária, mas unida na luta por direitos. “Os direitos das mulheres e meninas são direitos humanos. E esses direitos incluem várias condições: de nós vivermos livres de violência, de nós recebermos salários iguais, de termos acesso ao sistema de saúde em todas as etapas das nossas vidas, de termos direito à educação, e de termos direito à não discriminação”, enumerou.

Leão afirmou que, apesar de a bancada ser composta por mulheres com bandeiras diferentes, sempre haverá pontos convergentes. “O incrível é poder entender que em alguns momentos essa bancada se une pelos nossos filhos, pelas nossas mães, essa bancada se une quando sente na pele aquilo que ela vive dentro de casa sendo levado ao Plenário.”

A Secretaria da Mulher foi criada em 2013, unindo a Procuradoria da Mulher, criada em 2009, e a Coordenadoria dos Direitos da Mulher, que representava a Bancada Feminina.

A medida trouxe mecanismos importantes para a representação feminina no Parlamento, como a presença da coordenadora nas reuniões do Colégio de Líderes, com direito a voz, voto e a fazer uso do horário de liderança nas sessões plenárias.

A Procuradoria da Mulher tem o objetivo de zelar pela participação mais efetiva das deputadas nos órgãos e nas atividades da Câmara, e também fiscalizar e acompanhar programas do governo federal, receber denúncias de discriminação e violência contra a mulher e cooperar com organismos nacionais e internacionais na promoção dos direitos da mulher.

Com informações -Agência Câmara de Notícias

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