Quem passa pelo Eixo Monumental encontra no Memorial Juscelino Kubitschek um dos espaços que ajudam a contar não apenas a trajetória do ex-presidente, mas também a própria história da construção de Brasília.
Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 12 de setembro de 1981, o Memorial JK reúne fotografias, documentos, objetos pessoais e registros que atravessam diferentes momentos da vida de Juscelino Kubitschek e de sua relação com a nova capital.
No último domingo, o espaço recebeu brasilienses e turistas de diferentes gerações. Entre eles estava Walter Souza, de 76 anos, morador de Inconfidentes, em Minas Gerais, que conheceu o memorial acompanhado da família.
“Juscelino Kubitschek era de fato um homem visionário. Conseguir construir a capital do Brasil aqui no meio do nada na época, a gente vê que ele era insubstituível”, afirmou.
A visita também foi uma descoberta para Giuseppi Sousa, de 49 anos. Natural do Gama e morador de São Paulo desde 1995, ele entrou no Memorial JK pela primeira vez.
“Foi uma coisa gigantesca, e estar aqui podendo ver como tudo isso [Brasília] foi construído é muito legal”, contou.
Um dos elementos que mais chamam a atenção de quem chega ao local é o monumento de quase 30 metros que sustenta a estátua de JK, obra do escultor Honório Peçanha, e que se tornou uma das imagens mais reconhecidas da paisagem de Brasília.
Mais de seis décadas depois da inauguração da capital, o Memorial JK continua cumprindo um papel importante: aproximar novas gerações da história de Juscelino e Sarah Kubitschek e preservar a memória de um projeto que transformou o Planalto Central e marcou a história do Brasil.




