Projeto Divas no Digital abre 240 vagas gratuitas para qualificação de mulheres no DF

Estão abertas as inscrições para o Divas no Digital, projeto que oferece 240 vagas gratuitas para mulheres interessadas em qualificação profissional e desenvolvimento de competências digitais. As inscrições podem ser feitas até 20 de fevereiro, exclusivamente pela plataforma Sympla.

A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso das mulheres a habilidades cada vez mais exigidas pelo mercado de trabalho e pela gestão de negócios próprios, fortalecendo a autonomia financeira e a inserção profissional em áreas ligadas à economia digital.

As aulas começam no dia 23 de fevereiro e serão realizadas no Riacho Fundo II, com turmas nos períodos vespertino, das 14h às 18h, e noturno, das 19h às 21h. A formação combina conteúdos teóricos e práticos voltados para o cenário econômico atual.

Durante o curso, as participantes terão acesso a oficinas e mentorias em áreas estratégicas como marketing digital, criação de conteúdo, branding, redes sociais, economia digital e noções de inteligência artificial, com foco na aplicação prática dos conhecimentos.

O Divas no Digital é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto Stefano Fumasoli, e se propõe a atuar como uma plataforma de transformação social, indo além da capacitação técnica.

Além do aprendizado, o projeto investe no empoderamento feminino e na criação de redes de apoio, buscando reduzir desigualdades históricas no acesso à tecnologia e ampliar a presença de mulheres em espaços de inovação e decisão econômica.

Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, a iniciativa tem papel estratégico no fortalecimento do ecossistema de inovação.
“Promover a inclusão de meninas e mulheres nas áreas científicas e tecnológicas é uma prioridade. O Divas no Digital não entrega apenas certificados, mas abre portas para a inserção profissional qualificada e para a independência financeira”, afirma.

O projeto reforça o uso da tecnologia como ferramenta para geração de renda, protagonismo feminino e redução das lacunas de gênero no setor digital.

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